De repente aparece no brilho do olhar
Que se abriu instintivamente
No escuro, ressurge e fulgura o ar
Uma força que sente e transcende
Onde tudo adormece, põe-se a dançar
Pulsante ardor que ascende.
Definí-la, não sei. Quem há de saber ?
É algo além do pensar.
Sentido, não tem. Por que querer ver
O impossível de se enxergar ?