quarta-feira, 23 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Salão Vazio
E agora, o que fazia ali?
Ela pergunta ao pó...
Não faz mais sentido voltar,
Diz à teia de aranha vazia na parede
Então espera, em silêncio
O eco responder...
O sopro do vento balança a cortina
E apaga a vela.
Seu coração estremece.
Reluzem no chão, refletindo a lua
Pequenos pedaços de vidro
Aos pés de um retrato partido
Cuja foto, em preto em branco,
Há muito desgastada
Lentamente, parecia desaparecer ...
Quem posava ao seu lado?
Não saberia mais dizer.
E isso era tudo o que restava
Daquele imenso salão abandonado.
Passo a passo, devagar,
Sem direção, com atenção
Como se lá estivesse pela primeira vez
Ela pergunta ao pó...
Não faz mais sentido voltar,
Diz à teia de aranha vazia na parede
Então espera, em silêncio
O eco responder...
O sopro do vento balança a cortina
E apaga a vela.
Seu coração estremece.
Reluzem no chão, refletindo a lua
Pequenos pedaços de vidro
Aos pés de um retrato partido
Cuja foto, em preto em branco,
Há muito desgastada
Lentamente, parecia desaparecer ...
Quem posava ao seu lado?
Não saberia mais dizer.
E isso era tudo o que restava
Daquele imenso salão abandonado.
Passo a passo, devagar,
Sem direção, com atenção
Como se lá estivesse pela primeira vez
Alcança, finalmente
Um espelho enferrujado...
Ah! Como mudam, com o tempo
Os reflexos do passado...
Um espelho enferrujado...
Ah! Como mudam, com o tempo
Os reflexos do passado...
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